Os mercados alimentares digitais podem contribuir para a mitigação das mudanças climáticas?
- GEPAD

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Jornal: Le Monde Diplomatique Brasil
Data de publicação: 04 de fevereiro de 2026
Seção: Online
Equipe GEPAD:
Marcio Gazolla - Professor Titular na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Pesquisador permanente do Programa de Pós Graduação em Desenvolvimento Regional (PPGDR). Pesquisador do Grupos de Estudos e Pesquisas em Agricultura, Alimentação e Desenvolvimento (GEPAD) e do Grupo de Pesquisas e Estudos em Desenvolvimento, Alimentação, Mercados e Políticas Públicas (GePPADeM). Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq
Jhose Iale C. da C. Vieira - Professora Adjunta do curso de Licenciatura em Educação do Campo (LEDOC) da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) na área de sociologia. Pesquisadora dos Grupos de Estudos e Pesquisas em Agricultura, Alimentação e Desenvolvimento (GEPAD) e do Grupo de Pesquisa em Educação do Campo, das Águas e das Florestas: Cultura, Escolarização e Multisseriação (EDUCAMPO).
“Mercados alimentares digitais são os novos canais de comercialização construídos socialmente pelos atores sociais envolvidos nas transações, especialmente os agricultores familiares e os consumidores dos alimentos. Os mercados alimentares digitais funcionam como uma interface sociotécnica onde algum tipo de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs) e processos de digitalização fazem a mediação social das compras e vendas e entre os atores sociais envolvidos. Na prática, são sites, aplicativos, redes sociais, plataformas, entre outros dispositivos sociotécnicos que têm sido usados para comercializar alimentos de agricultores familiares para consumidores e outras organizações sociais como, por exemplo, cooperativas"




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